home > notícias

ASSOCIADOS

09/10/2018

Usina solar construída pela EDP garantirá economia de R$ 82 milhões ao Banco do Brasil [EDP]

Projeto, vencedor de licitação, instalará cerca de 15 mil painéis fotovoltaicos em Minas Gerais e fornecerá energia 100% renovável a 58 agências.

A EDP, empresa que atua em todos os segmentos do setor elétrico, construirá na cidade de Januária, norte do estado de Minas Gerais, uma usina solar de 5 megawatts-pico (MWp) para o Banco do Brasil.  Isso é o suficiente para gerar 11 GWh/ano, o que corresponde ao abastecimento de 4,5 mil residências com consumo médio de 2.400 kWh/ano. A iniciativa permitirá ao Banco do Brasil poupar cerca de R$ 82 milhões em um período de 15 anos.

Localizado em uma área de aproximadamente 150 mil metros quadrados, o empreendimento contará com mais de 15 mil painéis fotovoltaicos e fornecerá energia 100% renovável para 58 agências do Banco do Brasil no estado mineiro. Levando em consideração o consumo anual proveniente de energia limpa, será possível evitar a emissão de mais de 1 mil toneladas de CO2, o equivalente ao plantio de mais de 7 mil árvores. Além da grande relevância ambiental, a usina proporcionará uma economia de 58% na conta de energia dessas unidades.

Nos próximos anos, a expectativa do Banco do Brasil é de construir outras duas usinas em Minas Gerais, além da expansão do modelo para os estados de Goiás, Distrito Federal, Pará, Maranhão e Bahia.

Para Nilson Martiniano Moreira, diretor de suprimentos, infraestrutura e patrimônio do BB, a usina solar do BB irá reduzir o impacto ambiental das atividades do Banco e contribuir para a cultura do uso responsável de recursos naturais. “Projetos como esse reafirmam o compromisso do Banco na adoção de ações que envolvem todos os aspectos da sustentabilidade e de critérios socioambientais em seus processos, práticas e negócios”.

A EDP, que possui uma unidade dedicada à implementação de empreendimentos solares de autoprodução e geração distribuída, sendo a responsável pelo projeto, construção, operação e manutenção dos sistemas, assinou o contrato após licitação organizada pelo Banco do Brasil. A entrega da usina está prevista para o segundo semestre de 2019.

“A assinatura deste contrato com o Banco do Brasil representa a consolidação da EDP no segmento de Energia Solar. Trata-se do maior projeto de Geração Distribuída da Companhia na modalidade de aluguel dos sistemas fotovoltaicos e é muito simbólico para nós por ter sido fechado com uma das principais instituições financeiras do País”, afirma Miguel Setas, presidente da EDP no Brasil. “Além de um modelo competitivo economicamente, oferecemos ao cliente a expertise e a credibilidade de uma empresa que atua em toda a cadeia de valor do setor elétrico”, completa.

Mercado de energia solar

Segundo estudo da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), Minas Gerais é o Estado com a maior infraestrutura de geração de energia solar distribuída – 22,9% do total. A pesquisa mostra que os consumidores dos setores de comércio e serviços lideram o uso da energia solar fotovoltaica com 44% do total, seguidos pelos consumidores residenciais (38%) e industriais (8,4%).

Ainda de acordo com a ABSOLAR, a capacidade instalada nacional em energia solar – centralizada e distribuída – deve alcançar a marca de 2,5 GW em 2018, um aumento de 115% quando comparada aos 1,15 GW do fim de 2017.

Maior contrato para comercialização de Energia

No primeiro semestre, a EDP também assinou com o Banco do Brasil o maior projeto de comercialização de energia do País na modalidade varejista. A parceria vai atender 24 unidades consumidoras da instituição, entre elas dois edifícios estratégicos em Brasília, centros de processamento e os maiores prédios corporativos do grupo em todas as regiões brasileiras. Com a migração para o Ambiente de Contratação Livre (ACL), o Banco do Brasil poupará cerca de R$ 50 milhões em um período de cinco anos, o equivalente a mais de 30% de economia na conta de energia dessas unidades.

A EDP foi uma das empresas pioneiras a obter a habilitação para atuar como comercializadora varejista no Brasil. Por meio dessa modalidade, a Companhia assume os riscos e se torna responsável pela gestão do processo de contratação de energia e operação de seus representados no Mercado Livre, desde a migração até a gestão de todos os procedimentos relacionados à tramitação perante a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

Clique aqui para visualizar o infográfico

Fonte: Assessoria

03/10/2018

 



NOTÍCIAS RELACIONADAS
10/10/2018
Shoppings celebram o Dia das Crianças com a Coleção Turma do Safári [Sonae Sierra]
10/10/2018
Sua empresa está nos conformes? [Scharlack]
09/10/2018
Projeto de lei para seguros deve ser mais abrangente [Franco Advogados]
09/10/2018
30 anos de constituição: o que comemorar? [Brasil Salomão]
09/10/2018
Escritório em Portugal faz representação full service [MH Global]
09/10/2018
Difícil Debate [Reliance]