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06/02/2019

TAP cresceu 7,8% e transportou 1,7 milhões de passageiros no Brasil em 2018 [TAP]

  • Globalmente a TAP atingiu a marca de quase 16 milhões de passageiros transportados e o crescimento em relação a 2017 foi de 1,5 milhões de passageiros
  • ​Taxa de ocupação média dos lugares oferecidos foi de 81%​
  • Rotas na Europa (exceto Portugal) foram responsáveis por quase 10 milhões de passageiros, mais 932 mil do que no ano anterior

A TAP transportou em 2018 um total de 15,8 milhões de passageiros, registrando um crescimento de 10,4% face ao ano anterior, bastante acima das médias de crescimento das companhias aéreas na Europa e a nível global.

As rotas do Brasil continuam a ser determinantes para a TAP e registraram também um forte aumento do número de passageiros transportados ao longo do ano passado. No total, a TAP transportou entre Europa e o Brasil, de e para as 10 cidades brasileiras onde a TAP opera com voos diretos – Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Brasília, Recife, Fortaleza, Natal e Belém -, 1,7 milhões de passageiros, mais 124 mil ou 7,8%, do que em 2017.
 
Quanto aos principais indicadores utilizados na indústria do transporte aéreo, em termos de ASK (assentos disponíveis por quilômetros voado, uma medida de oferta de lugares), a TAP teve em 2018 um crescimento de 12,3 por cento, para um total de 47 milhões.
 
O RPK (número de passageiros pagantes por quilômetros voados, uma medida de procura de lugares) cresceu 9,6 por cento, para um total de 38 milhões.
 
Ambos os indicadores mostram crescimentos da TAP bastante acima das médias de crescimento na indústria, a nível europeu e global.
 
Devido a um crescimento da oferta (ASK) superior em 2,7 pontos percentuais ao aumento da procura (RPK), o Load Factor (taxa de ocupação dos lugares oferecidos) foi de 81 por cento, menos dois pontos percentuais do que em 2017, colocando a taxa de ocupação da TAP em níveis semelhantes aos da média das restantes companhias europeias (81,7%) e acima da média mundial que, em 2018, ficou próxima dos 80% (dados divulgados publicamente pela IATA, referentes ao acumulado até novembro de 2018).
 

Fonte: Assessoria



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