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NEGÓCIOS E ECONOMIA

10/09/2019

Exportações de têxteis e vestuário registam melhor julho desde 2002 [Portugal]

As exportações portuguesas de têxteis e vestuário registaram o melhor mês de julho desde 2002, crescendo 3,4% face ao período homólogo, mas acumula ainda uma quebra de 0,9% desde o início do ano, divulgou hoje a associação setorial.

Em comunicado, a Associação Têxtil e Vestuário de Portugal (ATP) diz terem sido exportados pelo setor 531,4 milhões de euros em julho, um resultado que ainda assim "não foi suficiente para compensar os resultados negativos do mês precedente", em que as exportações de têxteis e vestuário se ficaram pelos 416 milhões de euros, numa quebra homóloga mensal de 12,6%.


Em termos acumulados, de janeiro a julho as exportações do setor somam 3.207 milhões de euros, menos 0,9% do que o mesmo período de 2018.

Neste período, em termos de grandes categorias de produtos, as matérias têxteis registaram uma queda de 0,5%, o vestuário caiu 0,6% e os têxteis-lar e outros artigos têxteis confecionados também diminuíram as exportações em 3,3%.

Ainda assim, a ATP destaca o desempenho das exportações de vestuário e acessórios de tecido (acréscimo de 25 milhões de euros ou 4,3%), de pastas, feltros, artigos de cordoaria (+17 milhões de euros ou 10,3%) e de tecidos especiais e tufados (+3,8 milhões de euros ou 5,7%).

As exportações para destinos extracomunitários cresceram 5,5% nos primeiros sete meses do ano, enquanto para a União Europeia diminuíram 2,3%.

Os países que lideram o 'ranking' dos destinos com maior crescimento absoluto são extracomunitários: os EUA (acréscimo de 17 milhões de euros, +9%), o Canadá (mais sete milhões de euros ou 25%) e a Índia (mais cinco milhões de euros ou 107%).

Por outro lado, os destinos que registam maior queda são comunitários: a Espanha (com uma queda de 37 milhões de euros, ou seja, -3,7%) e a Alemanha (menos 15 milhões de euros, equivalente a -5,2%).

Em queda continuam as exportações para o Reino Unido, com um recuo de seis milhões de euros, correspondendo a -2,5%.

No acumulado de janeiro a julho a balança comercial dos têxteis e vestuário apresenta um saldo excedentário de 616 milhões de euros, com uma taxa de cobertura de 124%.

Fonte: Noticias ao Minuto

m comunicado, a Associação Têxtil e Vestuário de Portugal (ATP) diz terem sido exportados pelo setor 531,4 milhões de euros em julho, um resultado que ainda assim "não foi suficiente para compensar os resultados negativos do mês precedente", em que as exportações de têxteis e vestuário se ficaram pelos 416 milhões de euros, numa quebra homóloga mensal de 12,6%.

Em termos acumulados, de janeiro a julho as exportações do setor somam 3.207 milhões de euros, menos 0,9% do que o mesmo período de 2018.

Neste período, em termos de grandes categorias de produtos, as matérias têxteis registaram uma queda de 0,5%, o vestuário caiu 0,6% e os têxteis-lar e outros artigos têxteis confecionados também diminuíram as exportações em 3,3%.

Ainda assim, a ATP destaca o desempenho das exportações de vestuário e acessórios de tecido (acréscimo de 25 milhões de euros ou 4,3%), de pastas, feltros, artigos de cordoaria (+17 milhões de euros ou 10,3%) e de tecidos especiais e tufados (+3,8 milhões de euros ou 5,7%).

As exportações para destinos extracomunitários cresceram 5,5% nos primeiros sete meses do ano, enquanto para a União Europeia diminuíram 2,3%.

Os países que lideram o 'ranking' dos destinos com maior crescimento absoluto são extracomunitários: os EUA (acréscimo de 17 milhões de euros, +9%), o Canadá (mais sete milhões de euros ou 25%) e a Índia (mais cinco milhões de euros ou 107%).

Por outro lado, os destinos que registam maior queda são comunitários: a Espanha (com uma queda de 37 milhões de euros, ou seja, -3,7%) e a Alemanha (menos 15 milhões de euros, equivalente a -5,2%).

Em queda continuam as exportações para o Reino Unido, com um recuo de seis milhões de euros, correspondendo a -2,5%.

No acumulado de janeiro a julho a balança comercial dos têxteis e vestuário apresenta um saldo excedentário de 616 milhões de euros, com uma taxa de cobertura de 124%.



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