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Portugal estuda semana de trabalho dos 4 dias com parceiros sociais
A ministra portuguesa do Trabalho, Ana Mendes Godinho, declarou nesta quinta-feira que o Governo vai desenvolver com os parceiros sociais a realização de um estudo no qual serão definidos requisitos e condições para os projetos-piloto sobre a semana dos quatro dias.
“Este estudo será desenvolvido em sede de Concertação Social”, disse a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social no final do Conselho de Ministros, acentuando que será através desse estudo que serão “identificados os requisitos e condições” para os projetos-piloto que, precisou “serão de adesão voluntária” por parte das empresas.
Ana Mendes Godinho disse ainda que desde que a semana dos quatro dias entrou na ordem do dia “várias empresas” lhe manifestaram já a sua disponibilidade para integrar os projetos-piloto.
O Conselho de Ministros aprovou neste dia 02 a proposta de lei que integra as alterações à legislação laboral identificadas na Agenda do Trabalho Digno e que segue agora para o parlamento.
Reter talentos
Na conferência de imprensa, Ana Mendes Godinho, afirmou que “esta é uma agenda ambiciosa, poderosa e de que o País precisa”.
Ana Mendes Godinho disse também que «o recurso mais ambicioso e mais procurado, neste momento, é o talento, é a capacidade de atrairmos e retermos trabalhadores em Portugal», acrescentando que esta proposta de Lei “visa dar aos jovens uma mensagem forte de que o mercado de trabalho os valoriza e de que Portugal é um país que promove emprego sustentável nas várias dimensões”.
A Ministra destacou o fato de, em Portugal, a média de contratos a termo ser de cerca de 21%, enquanto a média da União Europeia se situa em 15%. No caso dos jovens, a porcentagem de trabalhadores que tem contratos não permanentes é de 62,2%, enquanto na União Europeia é de 49%.
Ana Mendes Godinho referiu ainda que a Agenda do Trabalho Digno – que segue agora para a Assembleia da República – visa, sobretudo, “garantir aos jovens que estamos a promover relações de trabalho sustentáveis e que lhes permitam também ter a suas opções de vida”.
Fonte: Mundo Lusíada
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