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Visto D1 em Portugal: o que o consulado realmente analisa? [Start! Be Global]

Para muitos candidatos brasileiros e de outras nacionalidades, receber um contrato de trabalho ou promessa de emprego de uma empresa portuguesa parece ser a etapa decisiva para conseguir o Visto D1 (residência para trabalho subordinado). Contudo, a experiência prática e os critérios oficiais de análise mostram que o contrato é um requisito necessário para a aprovação do visto pelo consulado português.

 

Ao longo do processo de análise do Visto D1, o consulado português avalia muito mais do que a simples existência de um contrato de trabalho. São considerados critérios legais, documentais e de coerência entre a oferta de emprego, o perfil profissional do candidato e as exigências da legislação migratória e laboral portuguesa. Compreender esses pontos é essencial para estruturar um pedido sólido, reduzir riscos de indeferimento e avançar com segurança no processo de residência em Portugal.

 

O que é o Visto D1 e qual a sua função?

 

O Visto D1 em Portugal é um visto de residência destinado a estrangeiros que já possuem uma oferta de emprego formal com uma empresa portuguesa. Esse visto habilita o titular a entrar legalmente em Portugal com o propósito de trabalhar como empregado com vínculo subordinado, por tempo inicialmente superior a 12 meses.

 

Apesar de frequentemente chamado apenas de “visto de trabalho”, o D1 não é um visto de busca de emprego: ele é concedido símbolo da efetiva intenção de contratação pela entidade empregadora, mediante comprovação documental exigida pelos órgãos consulares e pela Lei de Estrangeiros portuguesa.

 

Por que um contrato não garante automaticamente a aprovação

 

1. Contrato de trabalho precisa atender a regras formais e ser acompanhado de documentos complementares

 

Ter um contrato ou promessa de contrato assinado é condição essencial, mas o consulado exige ainda a apresentação do conjunto completo de documentos exigidos para análise do pedido. Isso inclui, entre outros: passaporte válido, comprovante de antecedentes criminais, seguro de saúde, formulário de pedido de visto, prova de acomodação, além dos requisitos relacionados à oferta de emprego.

 

2. Validade mínima e requisitos laborais formais

 

O contrato deve ter validade mínima, tradicionalmente superior a 12 meses ou promessa formal de emprego com essa duração, e cumprir normas básicas do trabalho em Portugal, incluindo salário compatível com as regras locais e descrição de funções claras.

 

Para ler a matéria na íntegra, basta clicar aqui. 

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